Os cantos e os mergulhos de uma pequena sereia neste enorme mar da vida...

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Terça-feira, 23 de Agosto de 2005

A vida...

Às vezes tenho dúvidas existenciais relativamente ao sentido da vida…


Modéstia à parte, julgo que levo uma vida financeiramente confortável: tenho emprego, embora não ganhe “bem”, julgo ganhar o suficiente; tenho um pequeno e económico carro que utilizo para transporte diário; tenho uma casa confortável, da qual obviamente pago empréstimo; consigo comer o que me apetece, sem restrições nas compras de supermercado; não faço grandes saídas, mas dá para um cinema e para jantar fora 1 ou 2 vezes por mês; claro que as poupanças mensais são quase nulas, mas se tiver uma urgência como o frigorífico se estragar, posso comprar outro sem ter que recorrer às piranhas da CREDIFIN, ou equivalentes. E não, não quero comprar carro porque estou farta do antigo ou peço empréstimo para férias ou para um sofá! Quem não tem dinheiro não tem vícios!


É, julgo que tenho uma vida confortável, mas, ás vezes questiono-me se tenho uma vida completa, com sentido…


Gosto do meu trabalho, mas se não tivesse que ganhar dinheiro, se calhar talvez fizesse outra coisa…


Ás vezes sinto-me como um robot: levantar cedo, ir para o trabalho, sair para casa, fazer o jantar, fazer alguma lida da casa, ver um pouco de televisão, adormecer no sofá, ir para a cama, e volta ao início…


Sempre fiz planos a curto prazo, desde que acabei o curso e comecei a trabalhar: comprar carro, viajar, comprar casa, etc… E agora? Não ambiciono comprar mais nada, senão apenas por necessidade, isto é, apenas uma casa maior se precisar, trocar de carro apenas quando este não andar… Porque sei que se comprar uma segunda casa, um carro novo só porque sim, um telemóvel novo, uma câmara de filmar, não são mais do que um brinquedo novo na mão de uma menina mimada: no dia seguinte já não é novidade…


Falta-me algo mais puro, humano… Algo que dê sentido à minha vida… Algo que me faça ambicionar ter mais, me faça lutar por mais, me torne menos consumista…


Às vezes penso em voluntariado, uma vez participei no Peditório do Banco Contra a Fome, tive uma sensação extraordinária de satisfação por ajudar… Sinto falta de ao deitar pensar “Hoje o dia valeu a pena, fiz algo de importante, sinto-me realizada por este dia…”


 


Nota mental: Estou a tornar-me muito filosófica… Será bom?

cantado por Sereia.76 às 10:39
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