Os cantos e os mergulhos de uma pequena sereia neste enorme mar da vida...

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Sábado, 12 de Agosto de 2006

De novo no ar...

Bem, afinal, algo balança nesse coração...
Após dois dias telefonas-me porque gostavas que saíssemos juntos, gostavas de passar algum tempo comigo... Estamos os dois de férias, sem o stress do dia a dia, do trabalho... Tivemos juntos três dias, aqueles que tu tinhas disponíveis, não havia vontade de nos afastarmos, nenhum de nós lutou contra essa vontade...
Mais uma vez adorei as pequenas coisas que fazíamos e as conversas que tivemos, sobre tudo e nada...
Ontem tivemos mais uma conversa sobre nós, sobre ti e mim... Mais uma vez, falámos sem reservas, e estas conversas acalmam-me, disseste-me que a ti também...
Realmente somos muito parecidos, além dos valores, dos princípios de vida, aquilo que eu tenho orgulho de ser e que acredito, assim és tu... Como eu sempre quis que a pessoa que partilhasse a vida comigo fosse...
Por tudo isto eu acredito que a convivência, a partilha dos mais variados momentos, bons e maus, enfim, o normal evoluir do conhecimento mútuo, faça com que tu percas esse medo e me deixes entrar nesse coração tão fragilizado...
sinto-me: no bom caminho...
cantado por Sereia.76 às 20:20
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2006

Confissão...

É meia noite. Cheguei à pouco de jantar contigo, e confesso que o efeito do vinho branco ainda não passou completamente. Julgo que não consegui esconder o efeito do vinho em mim quando, no restaurante, tive que me levantar para ir à casa de banho; duvido que te tenha passado despercebido o quanto eu estava tonta, no meu andar entropecido, apesar do meu enorme esforço de andar com naturalidade...
Pois é, depois de três dias de angústia, de três dias sem conseguir trabalhar, sem conseguir comer, dormir, pensar correctamente, sem tu me saíres do pensamento... Depois destes três dias de sofrimento, tu finalmente vens falar comigo...
Dizes-me aquilo que eu mais temia, que não estás apaixonado por mim, que não consegues libertar-te, não consegues soltar-te, que tens medo... Que acreditas que até Outubro “limparás a casa” e te libertarás do passado, que acreditas que nessa altura estarás livre para amar, talvez nessa altura me contactes... Não queres que pedir-me que espere por ti, que me sacrifique por isso, pode não acontecer...
Para tentar libertar-me de ti, pergunto-te se não estás apaixonado por mim apenas porque tens medo, ou simplesmente não estás, independentemente do resto, apenas por mim. Pois se não estás apaixonado por mim apenas por mim, por aquilo que sou, então sei que mesmo sem o medo que sentes não te apaixonarias por mim... E aí, eu seguiria o meu caminho sem olhar para trás... Porque se me dás esperanças, eu espero por ti...
Mas tu dizes-me que apenas não estás porque tens medo... Assim, perdi eu o medo, a razão, o orgulho, e disse-te que não te quero perder, porque até hoje não encontrei nenhum homem com tu... Com tantas semelhanças, tantas quantas aquelas que eu poderia pedir... E se tu me dás uma pequena esperança, eu espero... Disse-te que se me dás esperanças eu fico à tua espera, incondicionalmente, mas se me dizes que não dá, eu dou meia volta e não olho para trás, não volto atrás... nunca voltei atrás, até agora...
Até Outubro dizes-me que precisas de ficar sozinho, libertar-te, ultrapassar tudo sozinho, acreditas que em Outubro chegarás ao fim de um ciclo mau, para ficares livre finalmente...
E assim, quando me dizes que não dás esse passo porque apenas tens medo, eu espero, até Outubro, até quando for preciso... Até me dizeres, olhos nos olhos, que não dá, e só aí seguirei o meu caminho, de rastos, mas seguirei o meu caminho, sozinha, como sempre...
Apesar de teres terminado comigo, explicaste as tuas razões, fomos jantar juntos, como amigos... Confesso que tive dificuldade em não te tocar, mas tive que superar essa tentação. Conversámos muito, de nós, de mim, de ti, de sentimentos, de princípios, de valores, da vida... Mais uma vez fico deslumbrada com aquilo que dizes, com a sintonia das nossas ideias, dos nossos princípios de vida, dos nossos valores, mais uma vez, me apaixono por ti... E não te posso ter, pelo menos por enquanto...
À quase um mês atrás, no meu ver muito cedo, disse, muito a medo, que sentia que tinha encontrado a pessoa com quem desejo partilhar o resto da minha vida, cada vez mais tenho a certeza disso, ainda muito a medo, mas cada vez mais acredito nisso...
Sempre me questionei como eu saberia se realmente amava alguém, como eu poderia saber, deslindar que o que sentia era amor, que realmente amava e queria passar o resto da minha vida com essa pessoa, questionei-me isso por duas vezes na vida, por duas pessoas diferentes. E na realidade, nunca senti uma resposta inequívoca dessa minha dúvida. Nessas alturas decidi, sim, após largos momentos de análise e meditação, decidi que era amor que sentia e acreditei verdadeiramente que seria feliz se ficasse com essa pessoa, e que lutaria até ao fim por esse amor, incondicionalmente... Mas quis o destino que isso não acontecesse, das duas vezes...
Agora dou por mim a sentir algo que nunca senti na vida, algo louco, que tenho medo de admitir, algo que posso vir a arrepender-me de confessar, que nunca pensei sentir, ou que temia nunca sentir, algo que pensei não existir, não desta forma, não num espaço tão curto de tempo, não com esta intensidade, não com esta clareza, com esta certeza...
Apesar de teres terminado comigo, por não teres disponibilidade emocional para pare te entregares a mim, apesar disso, sinto que és o homem da minha vida... Tenho um medo terrível de nunca mais seres meu, assim como eu sou tua, assim como tu preenches todo o meu coração...
Sinto uma total sintonia, uma comunhão contigo... Nunca senti isso antes... De verdade... Atrevo-me finalmente a dizer que estou a viver o primeiro amor da minha vida, tão intenso, tão puro, tão verdadeiro... Já tive apaixonada antes, é verdade, intensamente, mas agora é diferente, não consigo explicar... Só sei que nunca me senti assim antes... E espero, tenho esperança, tenho fé, que é contigo que vou ficar... Espero não me arrepender de admitir este amor... Sei que és uma pessoa fantástica e facilmente encontrarás outra mulher que te fará o homem mais feliz do mundo, basta procurares, por isso espero que quando estiveres livre para amar, venhas ter comigo, não procures mais, eu estou aqui, à tua espera...
sinto-me: com medo, muito medo...
cantado por Sereia.76 às 01:05
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Sábado, 5 de Agosto de 2006

Tentando levantar-me...

Caramba... Ainda não recuperei do choque... Exactamente quando estás, desde 4ª à noite até Domingo (quando iríamos de férias), praticamente incontactável, envias-me uma sms na 5ª ao fim da tarde a pedir-me para desmarcar as nossas férias porque não estás disponível interiormente para dar esse passo.
Caiu-me tudo ao chão... Mais uma vez, chorei baba e ranho, não soube o que pensar... Tinha de ser por sms? Não podias ter falado cmg cara a cara antes de ter ido na 4ª embora? E assim não pude falar contigo...
Telefonaste-me de noite, mas eu mal consegui articular um “As férias estão desmarcadas, já está resolvido...” Disseste isto é conversa para ter cara a cara, não por telefone, que falarias comigo no Domingo, se eu quisesse... Não consegui responder... Disseste o que eu esperava, pediste muitas desculpas, ao ponto de eu quase quase ter dito que as desculpas não se pedem, evitam-se...Mas não disse, não falei... não jantei, não dormi e não trabalhei... Hoje desabafei com a minha melhor amiga, por coincidência, telefonou-me e pronto, desabafei...
E ela, que eu tenho em muita boa consideração, disse-me para ter calma, para te ajudar a superar o que tanto te atormenta, que ainda passou pouco tempo, para eu ter paciência e não desistir... Ela nem te conhece, e já te defende... Será bom presságio?
Então depois de falar com ela, já um pouquinho mais calma, mando-te uma sms a dizer-te que sim, que quero falar contigo no Domingo cara a cara...
Mais tarde respondes-me que tens que ser sincero contigo e que nunca desejaste magoar-me, que sempre fui muito querida contigo.
Agora, estou na dúvida, ou melhor, quero ter a dúvida, não quero apostar no pior...
Tu não estás preparado para partilharmos umas férias, e tudo o que isso implica, ou para namorares comigo de todo? Estás a dizer-me adeus, ou estás a dizer-me para ter calma? Não estás apaixonado por mim apenas porque não consegues esquecer o passado ou porque simplesmente não estás, independentemente de tudo o resto? Se não tivesses acorrentado ao passado, estarias apaixonado por mim?
Ou seja, vale a pena eu esforçar-me para te fazer superar tudo isso ou isso não faz a menor diferença em relação ao que sentes, ou não sentes, por mim?
Eu estou disposta a isso, acho que tu não tens noção da minha preserverança, da minha capacidade de amar incondicionalmente, de suportar este mundo e o outro por alguém que eu ache que mereça a minha dedicação... Acho que tiveste uma pequena noção quando, perante alguns factos do meu passado exclamaste “Bolas! Apostaste mesmo muito nessa relação!” Pois, eu quando me entrego, é sem condições, sem limites...
Mas! Só o faço enquanto tenho esperança, porque também gosto muito de mim, não gosto de dar murros em ponta de faca... Se me dizes que não vale a pena, que não te apaixonarás por mim, independentemente de tudo, então adeus...
Eu quero ter esperanças, não quero perder o homem que me fez acreditar que aquilo que eu já não me permitia sonhar, por parecer-me impossível, afinal existe, e está tão perto...
Será que és fruto da minha imaginação?
sinto-me: péssima...
cantado por Sereia.76 às 00:24
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2006

Sem paraquedas...

Pronto, acabei de cair lá de cima, e acabei de me estatelar no chão...

Ainda não me levantei...

sinto-me:
cantado por Sereia.76 às 20:32
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006

Quase quase...

Apesar de tudo ando definitivamente mais serena...

Ontem estavas aborrecido com umas questões de trabalho e voltaste a falar em gostares de trabalhar bem longe daqui... Pronto, continuo a pensar que o dizes em tom de desabafo, mas é evidente que NÃO GOSTO QUE O DIGAS ASSIM!!!! Agora, definitivamente, não quero que vás embora! Pronto, de qualquer modo, mesmo que vás trabalhar para longe daqui, não será nos próximos tempos, por isso, SE isso acontecer, na altura logo se vê... MAS CONTINUO A NÃO GOSTAR QUE O DIGAS ASSIM, DE ANIMO TÃO LEVE!!!

Quer dizer, quando eu não demonstrei uma evidente concordância ao teu comentário de não desejares passar a vida a viajar em trabalho, não gostaste, pensando que eu até nem dou muito valor ao estar junto, que não me importaria de andar sempre em viagem. Agora andas numa de dizeres que gostavas mesmo é de trabalhar longe daqui, o que evidentemente implicaria mudares-te daqui para fora... Bem, foram duas ocasiões, estavas stressado nas duas, mas SE houver terceira, vais ouvir das boas!!!!

Enfim...

sinto-me: serena
cantado por Sereia.76 às 15:30
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